Que a palavra dita por vocês seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibam como devem responder a cada um. Colossenses 4.6 (Leia 2 Coríntios 1.1-11)
Pouco antes do Natal, Doug, o marido da minha melhor amiga, Sandra, morreu de um ataque cardíaco repentino, com apenas 59 anos. Sandra ficou arrasada.
Descobri que a morte de Doug me trouxe lembranças do meu próprio luto anos atrás, mas agora meus pensamentos estavam todos voltados para Sandra. A família deles morava longe, então, assim que soube da notícia, fui me sentar com ela enquanto esperávamos a família chegar. Ela estava sentada na beirada do sofá, enxugando os olhos, às vezes soluçando, às vezes apenas olhando pela janela, paralisada. O que eu poderia dizer? Tudo o que eu conseguia pensar em dizer soava banal e inapropriado. Nenhuma palavra de conforto soava bem. Então, apenas me sentei ao lado dela, com o braço em volta do seu ombro. Ela parecia mal perceber a minha presença.
Fiquei ali por algumas horas, ocasionalmente preparando uma bebida ou um sanduíche, embora ela mal os tocasse e eu mal dissesse uma palavra. Juntei-me a ela em seu luto enquanto esperava a chegada da família e a agitação dos preparativos do funeral. Após o funeral, ela me disse: "Obrigada por simplesmente estar comigo. Eu não precisava das suas palavras, apenas da sua presença".
Oração: Amoroso Senhor, agradecemos por seres o consolador supremo para aqueles que sofrem. Guia-nos para confortar aqueles que choram. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia: Minha presença pode confortar aqueles que sofrem; não são necessárias palavras.
Carol Purves (Inglaterra, Reino Unido)
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