Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte, foi ouvido por causa da sua reverência. Hebreus 5.7 (Leia Lucas 22.39-46)
Se meu filho estiver correndo pela casa e se machucar, ele vai gritar. E se doer muito, ele pode chorar. Meu filho não precisa tentar se acalmar e depois me dizer em voz baixa: "Pai, tive um problema". Não! Ele pode gritar, e eu ouvirei e responderei.
Às vezes, pensamos que, quando levamos nossa dor ou circunstâncias angustiantes a Deus, devemos primeiro tentar nos acalmar e depois dizer a Deus como nos sentimos. Mas quando Jesus orou no jardim na noite em que foi traído, o texto nos diz que ele estava em "angústia" e que orou com tanto fervor que suou sangue. Jesus não passou sua oração por um filtro emocional; em uma oração honesta, sincera e espontânea, ele disse: "Pai, se queres, afasta de mim este cálice".
Assim como Jesus, quando estamos passando por estresse e ansiedade extremos - uma doença terminal, a morte de um ente querido, um divórcio -, podemos nos voltar para Deus com orações emocionalmente cruas e sem filtros, sabendo que Deus ouve nossos clamores e vê nossas lágrimas.
Oração: Obrigado, Deus Pai, por podermos achegar a ti honestamente em momentos de dor e tristeza, derramando todo o nosso coração diante de ti. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia: A oração é uma comunicação não ensaiada com Deus.
Jeremy K. Mullen (Pensilvânia, EUA)
www.nocenaculo.com.br
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