E, arrumando-se, foi para o seu pal. Vinha ele ainda longe, quando o seu pai o avistou e, compadecido dele, correndo, o abraçou e beijou. Lucas 15.20 (Leia Lucas 15.11-32)
Retornar para casa depois de alguns dias em viagem é sempre muito gratificante. Lembrar do aconchego de casa remete à paz e segurança que só quem tem um lar pode sentir.
Na parábola do filho pródigo, um filho pede antecipadamente sua herança ao pai, recebe-a, sai da sua casa e, longe de sua família, passa a viver dissolutamente. Uma vida liberal, sem critérios, sem valores e qualquer controle.
Quando sua herança acabou, passou por necessidades. Sem o lar, o frio e a fome foram inevitáveis, até que, ao cair em si, se lembrou de como outrora vivia na casa de seu pai. O texto descreve a ansiedade e a expectativa vividas pelo filho e seu pai nos momentos que antecederam o reencontro, terminando em uma grande festa de comemoração.
O Pastor que deixa as noventa e nove ovelhas para resgatar a perdida (Lucas 15.4) é o mesmo que foi preparar a morada na casa do Pai (João 14.2) para mim e para você. Nessa casa não haverá necessidades, nem lágrimas, morte, pranto, clamor e dor (Apocalipse 21.4), pois somos chamados para sermos filhos por adoção do Pai, cidadãos de uma pátria celestial.
Oração: Pai, agradeço-te pelo teu amor incondicional, pelo teu plano resgatador que nos leva de volta à tua casa, onde tenho abrigo, proteção, paz alegria. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o dia: "Porque o Filho do homem veio salvar o que estava perdido" (Mateus 18.11).
Isaias Gomide Monteiro (Barra Mansa, RJ)
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